segunda-feira, 2 de março de 2015

Brasil fecha fevereiro com coleção de dados negativos e mais arrocho


Arrecadação caiu e governo anunciou mais cortes e aumento de imposto. Desemprego subiu, dólar disparou e confiança atingiu mínima recorde.

O país termina o mês de fevereiro com uma série de indicadores negativos que reforçam a ideia de que o país caminha para uma cenário de recessão e aumentam as incertezas e ceticismo sobre a economia brasileira e os efeitos do ajuste fiscal prometido pelo governo Dilma Rousseff.


Os primeiros resultados das contas públicas no ano apontam para uma paralisia da atividade econômica e mostram que o governo deverá ter dificuldades para entregar a meta de superávit primário – a economia para pagar juros da dívida pública e tentar manter sua trajetória de queda – definida para 2015, apesar da série de medidas impopulares já anunciadas. Entre essas medidas, estão aumento de impostos, reajuste dos combustíveis, alta extra na tarifa de energia e mudanças em benefícios sociais como seguro-desemprego, auxílio-doença, abono salarial e pensão por morte, sendo que estas últimas começam a valer a partir deste fim de semana.
Joaquim Levy disse na sexta-feira (27) que desoneração da folha de pagamento de empresas foi 'brincadeira cara'.
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