sábado, 15 de fevereiro de 2014

HORÁRIO DE VERÃO TERMINA À MEIA-NOITE; BRASIL ECONOMIZOU R$ 405 MILHÕES EM 120 DIAS

Com o final do horário de verão à meia-noite deste sábado (15) , quando os relógios terão que ser atrasados em uma hora nos estados das regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste, o país terá economizado R$ 405 milhões nos 120 dias da vigência da medida, instituída pela primeira vez no verão de 1931/1932.


A população dos estados que não implementaram o horário de verão, como a Paraíba, terá que ficar atenta à mudança da programação televisiva e ao atendimento bancário, que voltará a ser das 10h às 16h. Com relação aos voos, os tickets sempre informam o horário local de partida e chegada, dando a impressão de que o voo dura 1 hora a menos ou a mais, se a viagem for entre estados com horários diferentes. Agora haverá normalização.


A medida começou a valer no dia 20 de outubro do ano passado e propiciou uma redução de aproximadamente 4,1% da demanda por energia de ponta dos dois sistemas. Desse percentual, 4,3% foi economizado no Subsistema Sul, e 4,1% no Sudeste/Centro-Oeste.


Os dados sobre o comportamento do Sistema Interligado Nacional (SIN), no período de vigência do horário de verão, foram divulgados na tarde dessa sexta-feira (14) pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) e apontam para uma redução da demanda por energia elétrica no horário de ponta da ordem de 2.565 megawatts (MW), sendo 1.915 MW no Subsistema Sudeste/Centro-Oeste e 650 MW no Subsistema Sul.


O Operador Nacional do Sistema informou que, no caso do Subsistema Sudeste/Centro-Oeste, a redução equivale a, aproximadamente, 50% da carga no horário de ponta da cidade do Rio de Janeiro (6,4 milhões de habitantes), ou a duas vezes a carga no horário de ponta de Brasília (2,6 milhões de habitantes). No Sul, representa 75% da carga no horário de ponta de Curitiba (1,8 milhão de habitantes).


Para o ONS, no entanto, o principal benefício do horário de verão “foi o aumento da segurança operacional, resultante da diminuição dos carregamentos na rede de transmissão, que proporcionou maior flexibilidade operativa para realização de manutenção em equipamentos”.

Agencia Brasil
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