Estudante de fisioterapia que se passava por médica é presa por estelionato em Cajazeiras

quarta-feira, 10 de abril de 20130 comentários


O delegado disse que estava monitorando a acusada desde o último final de semana, para chegar ao flagrante

A estudante universitária do curso de Fisioterapia, Maria Liduina Andrade Leite, 32 anos, foi presa em flagrante, na tarde desta quarta-feira (10), na cidade de Cajazeiras, Sertão paraibano, acusada de estelionato. Segundo o delegado regional Gilson Teles, a estudante teria aplicado golpes em cinco médicas de João Pessoa. Mais de quarenta cartões de créditos e chips de celulares cadastrados em nome de várias pessoas foram encontrados na residência da acusada.

O delegado revelou que a estudante vinha sendo investigada há dois meses, quando a Polícia Civil de Cajazeiras foi acionada por profissionais da saúde informando que estavam sendo vítimas de golpes na cidade. “Maria Liduina criou um site direcionado aos profissionais da saúde e com isso tinha acesso a dados pessoais de médicas famosos da Capital paraibana e assim começou a aplicar os golpes”, revelou.

Segundo Teles, uma médica de João Pessoa prestou queixa informando que uma mulher da cidade de Cajazeiras efetuou uma compra no valor de R$ 5.900 em produtos a uma empresa de São Paulo. “A médica começou a desconfiar do golpe quando o banco ligou para ela confirmando uma compra nesse valor. Isso ocorreu há 10 dias. Ela negou a compra e comunicou o crime à polícia”.

O delegado disse que as investigações foram se aprofundando e confirmaram o estelionato. “Como ela tinha acesso aos documentos pessoais das pessoas, Maria Liduina, usou a carteira de habilitação da médica denunciante, trocou apenas a foto e se passou pela profissional”.

De passo das informações, os policiais civis montaram uma campana e nesta quarta (10), flagraram o carregamento chegando na casa da estudante, localizada no Centro de Cajazeiras. “O objetivo dela era montar uma clínica de fisioterapia e, inclusive, o objeto comprado em São Paulo era uma cadeira para estética. Flagramos a hora que ela assinou a nota se passando por uma médica”.

Maria Liduina Andrade vai responder por falsidade ideológica, estelionato e falsidade de documento pessoal. Ela será transferida para o presídio feminino de Cajazeiras. O delegado do Grupo Tático Especiais ( GTE), Luiz Antônio Barbosa Neto, participou das investigações.




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